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Gontran Guanaes Simões - Escritório de advocacia

Gontran Guanaes Simões

Sociedade de Advogados


Edifício Itália - Escritório de Advocacia Gontran Guanaes Simões
Escritório Gontran Guanaes Simões

Escritório

Gontran Guanaes Simões Advogados atua desde o ano de 1979 exclusivamente na área penal a favor da vítima ou em defesa do acusado, patrocinando grandes empresas brasileiras e multinacionais, seus respectivos sócios, diretores, colaboradores, redes de mídia televisivas e seus diretores, apresentadores e jornalistas, veículos de mídia impressa como revistas e jornais, estabelecimentos de créditos nacionais e estrangeiros e seus dirigentes, instituições hospitalares e laboratórios e montadoras de veículos.

O escritório presta serviços em todas as ramificações do Direito Penal, atuando no âmbito policial e judicial, nos crimes:

- contra a ordem tributária, econômica e contra o sistema financeiro nacional,
- lavagem de dinheiro, evasão de divisas,
- contra a administração pública,
- contra a economia popular,
- contra a administração da justiça,
- crimes contra a pessoa,
- crimes contra o consumidor,
- crimes contra a honra,
- crimes de trânsito,
- Tribunal do Júri,
- crimes ambientais,
- colaboração premiada com intensa atuação na operação lava-jato em diversos estados da federação.

No âmbito consultivo auxilia as empresas nas investigações e perícias internas na área de compliance criminal, emitindo pareceres jurídicos quando necessário.

Com atuação em casos notórios de grande repercussão nacional, sua maior preocupação é a defesa personalizada e humana, sempre respeitando o sigilo e as nuances particulares de cada cliente, razão pela qual, além de seus vastos anos de experiência, sempre optou pela advocacia artesanal mantendo o escritório no estilo boutique a fim de que nem mesmo o menor detalhe da causa seja olvidado.

Sócios

Gontran Guanaes Simões

Tão logo passou no vestibular, antes mesmo de início das aulas, no dia 2 de janeiro de 1974, começou a trabalhar no escritório “Dias, Bierrenbach e Malheiros”, com sede no histórico Edifício Itália, na Av. São Luís, 50, cujos sócios principais eram os advogados criminalistas José Carlos Dias (Ministro da Justiça no Governo de Fernando Henrique Cardoso e Secretário de Justiça no Governo estadual de André Franco Montoro) e Arnaldo Malheiros Filho. Já no quarto ano da faculdade assumiu a condição de advogado associado no mesmo escritório. Assim que se formou, já no ano seguinte, foi convidado por Arnaldo Malheiros Filho, que estava se retirando da sociedade com José Carlos Dias, a compor uma nova banca de advocacia criminal, com sede na Rua da Consolação, 65, integrada somente por Arnaldo Malheiros Filho e Gontran Guanaes Simões. Com apenas três anos de formado foi convidado a integrar a banca examinadora do exame de ordem da OAB/SP. Permaneceu sócio de Arnaldo Malheiros Filho por 11 anos, atuando exclusivamente na área criminal em toda a sua vasta extensão. Em julho de 1990, desligou-se do antigo e saudoso companheiro Arnaldo Malheiros Filho e instalou sua própria banca no 20º andar do Edifício Itália, retornando assim ao berço onde se iniciara na profissão. No decorrer da década de 90, a convite do então Conselheiro, o advogado criminal, posteriormente Desembargador pelo quinto constitucional, Dr. Carlos Aloísio Canelas de Godoy, atuou como coordenador da Comissão de Prerrogativas da OAB/SP. No histórico prédio do centro de São Paulo permaneceu até 2008, quando então transferiu sua banca para a Rua Arandu, no entorno da Av. Eng. Luís Carlos Berrini.

Na radical defesa da ampla liberdade de imprensa, podem ser citados sem ferir a ética, entre os clientes ilustres que já patrocinou, o jornalista José Trajano dos Reis Quinhões, então diretor da ESPN Brasil, na célebre ação penal que lhe moveu o jornalista Milton Neves; a jornalista Rachel Sheherazade, em razão de abusiva e injusta representação contra ela formulada por parlamentares com o claro intuito de fazer calar a voz da intrépida e valente jornalista; os jornalistas Carlos Nascimento e César Filho, do Sistema Brasileiro de Televisão; o jornalista Luís Nassif, então membro do Conselho de Redação do jornal “Folha de S. Paulo”, na ação que lhe moveu o então Deputado Marco Antônio Castello Branco; o então Governador André Franco Montoro, na histórica representação contra ele ajuizada pelo deputado federal Paulo Salim Maluf perante o Tribunal Regional Eleitoral, entre outros. Advogado por vocação, músico e poeta, costuma afirmar que se não fosse advogado criminal, não exerceria qualquer outra área do Direito. Sempre entendeu que o advogado deve dedicar-se de corpo e alma à causa que lhe é entregue em confiança e ao cliente que o elegeu para postular, batalhar e guerrear pelo seu bem mais precioso, que é a liberdade. É com apreço que lembra uma memorável passagem de antigo colega que pontificava: “Meus caros, qual é a mais importante das profissões? A maioria mais do que de pressa responderá que é a do médico, pois ele é capaz de resguardar e até mesmo resgatar a própria vida, que é o bem mais precioso do ser humano, Mas eu afirmo que não, afirmo que a mais importante das profissões é a do advogado criminal, pois se o médico é capaz de resgatar a própria vida, o advogado criminal, em última instância, resgata a liberdade! E lhes indago: O que é a vida... o que é a vida sem a liberdade!?” A expressão “artesão do direito” foi cunhada em razão do seu modo de compreender a profissão do advogado criminal, todo próprio e pessoal, umbilicalmente ligado à fundamental identidade e participação meticulosa e determinada em todas as extensões e particularidades de cada causa, das menores às maiores nuances, nos moldes de um verdadeiro artesão.

Renata Junqueira Guanaes Simões

Na trilha da filosofia de seu pai e sócio “inicie com dedicação e o mais cedo possível o seu estágio e este será o enorme diferencial de qualidade entre você e os seus colegas que assim não fizeram”, começou a trabalhar com Gontran Guanaes Simões antes mesmo do início do primeiro ano letivo de direito, em 2003, dedicando-se de forma permanente e ininterrupta ao estágio até a sua formatura, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, no ano de 2008. Pós graduou-se na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, especializando-se em Direito Penal e Processual Penal. Segundo ela, a excelência do advogado criminalista, além do estudo diuturno do Direito, assenta-se na arte de escrever bem, sendo fundamental para atingir tal meta a leitura atenta dos grandes clássicos da literatura mundial e dos mestres da literatura brasileira, assim como no talento de, como um verdadeiro romancista, conseguir transportar o drama do cliente para o Juiz da causa de maneira humana, sincera e, se possível, comovente. Ela tem a convicção de que é justamente neste binômio – o estudo do direito e o talento do escritor – que reside a estrela do brilhante advogado criminal.

Contato

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